What’s up everyone!! Sábado. 15 de janeiro de 2011. O céu cinza e alegando chuva até que toda uma energia positiva e envolvente mandou as nuvens embora e conseguimos um dia lindo na cidade da garoa! É o Summer Soul Festival!
Tudo começa com a talentosíssima Miranda Kassin, juntamente de sua banda sensacional e seu maridão, parceiro no vocal, André Frateschi, que fizeram a festa começar a pegar!
Na sequência chegou a doidera do Instituto e seus Convidados, quebrando tudo no palco e obviamente muito bem acompanhados, com uma participação mais que especial da nossa querida CéU!
Um tal de Mayer Hawthorne também apareceu, que além de cantor, é produtor, compositor, DJ e ainda por cima aquariano rsrs.
Janelle Monae! Um espetáculo! Ela consegue misturar todos os tipos de sons e fez um show moderno e completamente psicodélico. Abriu com um medley no telão de suas músicas Dance or Die, Faster e Lock Inside, fora as imagens de Metropolis, de Fritz Lang. PEDRADA!!!!
Tá. Acabou o show da Janelle…E agora meu Brasil?!?!?!?! AMY WINEHOUSE IS IN THE FUCKING HOUSE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ficção, realidade, felicidade, tristeza, amor, ódio. É, isso foi o que eu li nos olhos dela…. Tears Dry On Their Own, Rehab, Love is a Losing Game, Valerie… Ela simplesmente nos deu todos esses tapas na cara rs!
A trupe da Nô simplesmente idolatra Amy Winehouse e está torcendo sempre para o bem dessa menina, mulher instável, insana, alcoólatra e maravilhosa que é!
VIVA AMY!
.Lari.
Tags:amy winehouse, anhembi, instituto, janelle monáe, miranda kassin, nofilmes, summer soul festival

Bom…eu fui no Summer Soul…e achei todos os shows fantásticos, honestamente o melhor show da noite, tirando o da Amy é claro, foi o do instituto…eu adorei a participação da Céu, mas quando entrou a Thalma de Freitas, na primeira música, foi simplismente de fechar, cantaram uma funckeira, e as backings arrebentaram… foi nesse momento alias que eu vi que meu ingresso valia mais do que eu achava…porque quando eu vi os artistas iriam tocar antes da Amy, eu não botei muita fé não.
Mas de tudo que aconteceu ali, o que mais me deixou feliz foi o fato da diversidade ser bem aceita, tinham pessoas bem novas, tinham pessoas mais velhas, gente muito louca, descolada, gente no estilo mais “careta”, e todo mundo interagiu, todo mundo dançou, curtiu, e pelo menos na parte que eu estava da pista, não ví nenhuma briga.